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Portugal é um bom exemplo de Carreiras Duais

Esta quarta-feira a rubrica “CDP Entrevista…” debateu as Carreiras Duais e, para isso, convidou André Reis, presidente da Federação Académia do Desporto Universitário, António Figueiredo da Comissão Executiva da European Athlete-Student; Duarte Lopes, coordenador do Grupo de Trabalho das Carreiras Duais e Victor Pardal, Coordenador das Unidades de Apoio ao Alto Rendimento Escola.

Duarte Lopes começa este debate por esclarecer que o Grupo de Trabalho das Carreiras Duais quis traçar um panorama de requisitos mínimos para o estatuto de estudante-atleta e que isso permitiu publicar uma lei que exige a todas instituições do ensino superior a regulamentação desse estatuto.

Para António Figueiredo “é muito fácil, para nós, enquanto portugueses, falar do contexto europeu porque Portugal têm-se constituído também como uma boa prática, no que diz respeito à carreira dual estudante-atleta, à integração ou à articulação destas duas grandes dimensões da vida”. Revela ainda que “a preocupação da Comissão Europeia é muito evidente porque considera que é de todo fundamental que o processo educativo seja um processo integrativo, seja um processo integral também, de maneira a que a formação do cidadão possa acontecer em todas as suas dimensões.”

Avançando com as suas considerações André Reis afirma desde logo que “as instituições de ensino superior andaram à frente do estado, durante muitos anos (…) creio que em 1993/94 surgiu o primeiro estatuto estudante-atleta numa instituição de ensino superior em Portugal. Tendo em conta que o estatuto estudante-atleta decreto de lei nacional, foi publicado em diário da república em abril do último ano, em 2019, façam as contas e vejam a velocidade a que andou o ensino superior em Portugal e a velocidade a que andou o Estado, o governo”. Acrescenta ainda que “o estatuto estudante-atleta define um conjunto de direitos mínimos para os diferentes praticantes”.

Neste seguimento, Victor Cabral reforça a mensagem de que “é absolutamente fundamental, e só assim é que há instrumentos que possam assegurar a grande sangria que existe a nível europeu de 30% dos alunos-atletas, com 12 a 19 anos, abandonarem o desporto de alto rendimento por dificuldade de conciliação com essas medidas estruturais na própria escola”.

Destacando o lapso que se vê em Portugal, Duarte Lopes afirma que “o papel só, não resolve as coisas, precisamos pôr pessoas no terreno, pôr recursos no terreno, para que as coisas realmente aconteçam da forma como a lei as prevê, e é aqui que nós não somos tão fortes ou tão práticos”.

Para a semana, mais um tema com grande impacto na comunidade desportiva, como sempre às 19h, no Facebook da Confederação o Desporto de Portugal.

Fonte: CDP, 19/11/2020

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